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A mostrar mensagens de janeiro, 2019

Receita de bolo de ananás caseiro

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Ingredientes: 8 ovos inteiros manteiga (meio pacote) 1 lata de ananás 200 g farinha com fermento 200 g açúcar caramelo liquido Preparação: Unta-se a forma com o caramelo liquido e as rodelas de ananás, reserva-se. Bate-se as claras dos ovos em castelo, reserva-se. Bater a farinha com as gemas e o açúcar durante pelo menos 10 minutos, verter o sumo da lata do ananás(metade) e continua a mexer até ficar tudo incorporado, no final colocar as claras em castelo sem bater, apenas mexer com a colher, verter tudo para dentro da forma. Com o forno pré-aquecido coloca-se a forma, dependendo do forno vá vigiando o bolo,(mais ou menos 30 min) deixe arrefecer e desenforme. Bom Apetite, seus gulosos! Receita : Sandra e Carla

Receita de camarão

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Ingredientes: Camarão Tigre (de preferência) Azeite Alho picado picante a gosto massa de tomate a gosto Whisky sumo de limão Preparação: Coze o camarão com sal e piri-piri e casca de cebola, num frigideira coloca-se o azeite, alho picado a alourar depois de alourado coloca-se os camarões e deixa-se a alourar, coloca-se picante a gosto e um pouco de massa de tomate, um pouco de whisky e deixa-se ferver e está pronto. Já na travessa regue-o com sumo de limão. Bom Apetite Receita de autor: Sandra e Carla

Azulejos de Ovar

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Se é um fã dos típicos azulejos portugueses, um dos melhores lugares é Ovar. De origem árabe azzelij que significa pequena pedra polida.Foi em 1498 que D. Manuel viaja para Espanha e ficou deslumbrado com os azulejos. Mandou trazer a pequena pedra polida para a sua residência que naquela altura era o Palácio Nacional de Sintra. Os azulejos foram utilizados principalmente em ambientes fechados de palácios e igrejas. Em Ovar, até o final do século 19, os azulejos de padrão semi-industrial foram aplicados nas fachadas da maioria dos prédios públicos, ornamentados com balaústre, pinhas e pequenas estátuas de cerâmica. A utilização do azulejo torna-se cada vez mais democrática e pode ser visto agora em casas de propriedade privada. Estes azulejos com motivos florais foram produzidos em maior parte nas fábricas de Vila Nova de Gaia e Aveiro.

Receita do pão de ló

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Ingredientes: 16 ovos 250 gr de açúcar 100 gr de farinha Papel de almaço (para forrar a forma de barro) Preparação:  Começar por bater 250 gr de açúcar com 4 ovos inteiros e 12 gemas. Bater a velocidade máxima durante 15 a 20 minutos. Quando faltar 1 minuto colocar a farinha e mexer só 1 minuto. Forrar uma forma de barro para pão de ló com o papel de pão de ló (papel almaço)levar ao forno já pré-aquecido a 185 graus por 35 minutos. Verificar Se gostar Pão de ló húmido deixe 35 minutos, se gostar seco 45 minutos. Bom Apetite!

Pão de Ló de Ovar

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Em 1700 que este bolo era dado como oferta aos oradores sacras. Já em 1900 apenas algumas famílias sabiam a receita desta iguaria, com o passar dos anos algumas dessas famílias usaram o conhecimento da receita, fazendo dele um bom Negócio rentável dando a conhecer esta maravilha ao mundo.  Iremos já a seguir publicar esta receita maravilhosa.

Curiosidade de Ovar

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Ana Rosa tinha 11 anos quando foi assassinada, tudo aconteceu no dia 22 de Janeiro de 1955 num sábado à noite, foi encontrada no dia seguinte debaixo do terceiro Arco à esquerda da ponte do rio Caster. Vivia na Quinta da Torreira, Murtosa. A intenção do assassino não era para a matar ,apenas era violá-la, mas ao colocar a mão na boca para ela não gritar, como tinha problemas de pulmões (Gangro) ela sufocou e morreu. Ao violá-la ele apercebeu-se que ela estava morta. Cumpriu pena em Coimbra, a sua pena era de 34 anos, com as ajudas das amnistias acabou por cumprir perto de 30 anos. Um familiar foi visitá-lo á prisão de Coimbra, em que perguntou-lhe se estava arrependido, em ele respondeu que não, mas que sonhava com ela todas as noites, diz o povo que ela o perdoou. Quando saiu da prisão a primeira coisa que fez foi visitar a campa de Ana Rosa, há testemunhas que o viram de joelhos na campa dela,será que se arrependeu? Quando saiu da prisão um familiar ajudou-o, ele foi viver p...

Aldeia do Carnaval

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Nos últimos anos, o Carnaval de Ovar já é muito mais do que os dois desfiles carnavalescos. Ovar reúne no seu cortejo um pouco da sua história e da história de Portugal. Continua a ter a forte presença popular e o ambiente de bairro dos “grupos carnavalescos”, o testemunho do Carnaval dos Bailes nos “grupos de Passerelle” e as marcas da diáspora portuguesa nas “Escolas de Samba”. A par disto, a sátira política continua a ter presença. Mas agora o Carnaval é muito mais do que isto. Há festas durante todos os fins-de-semana de Fevereiro, uma TentZone, uma tenda com música que faz as delícias dos foliões mais jovens, vários cortejos, desde o das escolas infantis ao dos seniores, e até exposições e concertos. Em 2013, a Câmara Municipal construiu um espaço, a chamada “Aldeia do Carnaval” para albergar o trabalho dos atuais 20 grupos carnavalescos e 4 Escolas de Samba que desfilam e animam as festividades daquele que é hoje conhecido como a “Vitamina Alegria”.

carnaval

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A década de 60 transforma-se na década dourada do Carnaval de Ovar, quando o cortejo começa a sair no domingo e na terça-feira, atraindo gente de todo o país. Mas, com o passar do tempo, o Carnaval começava a integrar as diferentes influências que chegavam a Portugal, nomeadamente piadas e sátiras políticas cada vez mais fortes, especialmente depois do final da ditadura e da Revolução do 25 Abril de 1974. A nova liberdade que se vivia em Portugal permitia a entrada de novas ideias e culturas e Portugal passou a receber cada vez mais estrangeiros e a abrir-se a um mundo novo. O regresso de emigrantes ovarenses, especialmente do Brasil, também terá acelerado estas mudanças e, na década de 80, o samba começou a marcar presença no Carnaval de Ovar, com a criação da primeira escola de Samba, a Costa de Prata, a desfilar .

Pesca

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Sou do tempo em que a rede piscatória era puxada por bois um trabalho bonito de se ver, e também perigoso ,lembro-me de ver puxar a rede ainda criança, delirava-mos com a chegada da rede com o peixe onde nós crianças com os nossos baldes de praia ,entre os buracos da rede tirava-mos pequenos peixes ainda a saltar. Como tenho saudades desse tempo.(Sandra)  Eu, na minha chegada em 2002 já não apanhei essa "arte" de os bois puxarem a rede, no lugar deles "os bois" eram tractores.Mas com a chegada da rede pequenos e graúdos continuam a delirar e a apanhar os pequenos peixes entre os buracos da rede. Com bois ou com tractores a chegada da rede é sempre esperada com expectativa, visto que é o ganha pão dos pescadores.(Carla)